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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

SAE- Sistematização da assistência de enfermagem

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Implementação da sistematização da assistência de enfermagem em todas as instituições de saúde, sejam públicas ou privadas, é uma determinação oficial que inquieta docentes, estudantes e profissionais de enfermagem. Como colocar em prática essa resolução do COFEN, se nem todas as instituições de ensino e de saúde contemplam o assunto e nem mesmo a literatura científica abordava a SAE de maneira a facilitar sua aplicação prática?

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A publicação deste livro foi motivada por essa inquietação que preocupa todas as pessoas que atuam na área de enfermagem. Escrita por duas enfermeiras com vasta experiência prática e teórica no assunto, a obra foi planejada não apenas para preencher uma lacuna didática, mas para servir como um verdadeiro guia de treinamento. 


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EXAME CLÍNICO: Bases Para a Prática Médica - (PORTO)

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A 6ª edição do Exame Clínico - Bases para a Prática Médica passou por uma rigorosa análise crítica, mas continuou absolutamente fiel à linha de pensamento que balizou a 1ª edição publicada há quase 30 anos e que pode ser assim resumida: "Nada pode ocupar o lugar do exame clínico quando se quer exercer uma medicina de excelência, pois uma anamnese e um exame físico bem feitos continuam insubstituíveis para formular hipóteses diagnósticas consistentes, para interpretar corretamente exames complementares, para tomar as melhores decisões terapêuticas e para estabelecer uma boa relação médico-paciente."

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Um certo desprezo pelo exame clínico num momento de euforia e deslumbramento com os avanços tecnológicos pagou um alto preço: a perda do prestígio do medico e a desumanização da medicina. O caminho é recolocar o exame clínico como o ato fundamental da prática médica. 

Páginas: 544
Editora: Guanabara Koogan
Ano: 2008
Assunto: Medicina e Saúde
Idioma: Português 

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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Saúde da criança

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COLÉGIO SANTO INÁCIO CURSO NOTURNO
ENFERMAGEM- 1° ANO
PROFESSORA: MARIANA
COMPONENTES: ALAÉCIO, DANIELLY, DELCLÉCIA, IVONE, LUIZ , MAGALY, MARIA DAS DORES E SIMONE
Saúde da criança
Saúde da Criança:
A assistência à criança se baseia na promoção da saúde, na prevenção, no diagnóstico precoce e na recuperação dos agravos à saúde. O acompanhamento programado do crescimento e desenvolvimento é complementado por atividades de controle das doenças prevalentes, como diarreias e afecções respiratórias agudas, e pelas ações básicas, como o estímulo ao aleitamento materno, orientação alimentar e imunizações, contribuindo assim para a promoção de uma boa qualidade de vida. Para isso, torna-se imprescindível o esforço conjunto da família, da equipe de saúde e das diversas organizações, governamentais ou não.
A saúde da criança A Criação do Programa de Assistência Integral à Saúde da criança (PAISC), em 1984, iniciou a reestruturação do atendimento às necessidades da saúde da Criança com cinco principais focos de atenção :
ATENÇÃO Á SAÚDE DO RECÉM-NASCIDO
O Programa Nacional da Saúde da Criança prevê atenção Integral, que se inicia com atenção pré-natal adequada.
Na maternidade e nos postos de saúde, é realizada os testes de triagem neonatal:
- O teste do pezinho ( para detectar principalmente: anemia falciforme, fenilcetonúria, Hipotireoidismo congênito e Fibrose Cística.
- Teste do olhinho ( para detectar retardo mental e cegueira infantil).
- Teste da Orelhinha ( para detectar perda auditiva).
- Teste do coraçãozinho ( para detectar complicações cardíacas) Trata-se de uma pulseira que mede a concentração do oxigênio no sangue e que detecta problemas no coração, antes mesmo do surgimento dos sintomas.
O sistema de integração, maternidade/Unidade Básica de Saúde, permite a captação precoce da dupla mãe/bebê, assim, dentro da primeira semana de vida, o bebê e sua mãe são acolhidos pela equipe de saúde, são observadas as condições de nascimento (idade gestacional, peso, perímetro cefálico, altura, entre outros) e sua mãe é orientada para eventuais dificuldades no aleitamento materno, cuidados com a higiene, prevenção de acidentes, as vacinas que devem ser realizadas, o início de novos alimentos e como estimular seu bebê para promover o seu crescimento e desenvolvimento saudável.
O sistema de integração, maternidade/Unidade Básica de Saúde, permite a captação precoce da dupla mãe/bebê, assim, dentro da primeira semana de vida, o bebê e sua mãe são acolhidos pela equipe de saúde, são observadas as condições de nascimento (idade gestacional, peso, perímetro cefálico, altura, entre outros) e sua mãe é orientada para eventuais dificuldades no aleitamento materno, cuidados com a higiene, prevenção de acidentes, as vacinas que devem ser realizadas, o início de novos alimentos e como estimular seu bebê para promover o seu crescimento e desenvolvimento saudável.
As crianças que apresentam fatores de risco ao nascer e/ou risco evolutivo recebem uma atenção priorizada por parte da equipe de saúde, com busca ativa e vigilância rigorosa em sua saúde. Definido assim, um calendário de consultas para adequado acompanhamento de seu crescimento e desenvolvimento.
vacinas
  • A primeira dose da vacina contra a hepatite B costuma ser aplicada logo após o nascimento, e a vacina contra a tuberculose (BCG) geralmente antes da alta, se o bebê tem mais de 2 kg, ou então é aplicada ao longo do primeiro mês de vida.
Incentivo e qualificação do acompanhamento do crescimento e desenvolvimento
O acompanhamento do crescimento e desenvolvimento faz parte da avaliação integral à saúde da criança, propiciando o desenvolvimento de ações de promoção da saúde, de hábitos de vida saudáveis, vacinação, prevenção de problemas e agravos à saúde e cuidados em tempo oportuno.
A Caderneta de Saúde da Criança-Passaporte da Cidadania a todas as crianças nascidas no território nacional é
um importante instrumento de registro e orientações
que auxilia nesse acompanhamento. Seu uso adequado
é importante para estreitar e manter o vínculo da
criança e da família com os serviços de Saúde.
Vigilância da mortalidade infantil e fetal
É uma importante estratégia para a redução da mortalidade infantil e fetal, que possibilita a adoção de medidas para a prevenção de óbitos evitáveis pelos serviços de saúde.
Tem sido estimuladas ações de mobilização das equipes de saúde para a identificação do óbito infantil e fetal, qualificação das informações, investigação e análise de evitabilidade dos óbitos e identificação das medidas necessárias para a prevenção de novas ocorrências.
Recomenda-se a criação de Comitês Estaduais e Municipais de prevenção do óbito Infantil e fetal, como uma
importante estratégia de melhoria na
organização assistência de saúde para a
redução das mortes preveníveis, bem como as
melhorias dos registros sobre a mortalidade.
Prevenção de violências e promoção da cultura de paz
Os acidentes e as agressões na faixa etária de zero a nove anos ocupam a quinta causa de mortalidade na infância, configurando-se em relevante problemas de saúde pública. É prioritária a prevenção de violência á criança por meio da formulação de diretrizes e parâmetros de atenção à saúde, prevenção e cuidados de crianças em situação de risco, e a disponibilização de metodologias voltadas ao acolhimento e á proteção de crianças, articulando essas ações com a rede intersetorial.
Promoção, proteção e apoio ao aleitamento
O aleitamento materno é a estratégia isolada que mais previne mortes infantis, além de promover a saúde física, mental e psíquica da criança e da mulher que amamenta.
Recomenda-se o aleitamento materno por dois anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses.
Os esforços de diversos organismos nacionais e internacionais favoreceram o aumento desta prática ao longo dos últimos vinte e cinco anos. Apesar disso, as taxas de aleitamento materno no Brasil, em especial as de amamentação exclusiva, estão além do recomendado.
A Política Nacional de Promoção, Proteção e Apoio ao aleitamento Materno contempla as seguintes Estratégias:
Rede Amamenta Brasil
Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano
Iniciativa Hospital Amigo da Criança
Proteção legal ao aleitamento materno e mobilização
social.
Monitoramento dos indicadores de aleitamento Materno.
SAÚDE DA CRIANÇA!!!!!!!!!!


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sexta-feira, 22 de junho de 2012

ATENDIMENTO HUMANIZADO DA ENFERMEIRA À MULHER DURANTE O PARTO - MONICK CARVALHO DE CASTRO

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Monografia apresentada à disciplina de Trabalho de Conclusão do Curso de Enfermagem da Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO, como parte dos requisitos para Conclusão do curso.


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 RESUMO

   Esse trabalho tem como objetivo Demonstrar de forma a despertar interesse sobre a atuação do enfermeiro no tratamento humanizado que deve ser oferecido a parturiente em todo o parto. Participaram do estudo 10 mulheres que tiveram seus filhos em diferentes períodos temporais e 10 acadêmicos do último período de enfermagem escolhidos aleatoriamente. A metodologia utilizada foi qualitativa, descritiva e exploratória. Realizado por meio de roteiro de entrevista para a coleta de informações as mulheres, e aos acadêmicos de enfermagem, relativas ao tema em questão. Os resultados obtidos revelam que realmente há profissionais desumanizados, porém este fato decorre de vários outros fatores que devem ser analisados e corrigidos pelos respectivos “responsáveis”. Como futura profissional concluo que apesar da estrutura oferecida para o trabalho dos profissionais enfermeiros é possível prestar uma assistência humanizada ao paciente, mas disto depende da força de vontade e disposição de cada profissional, além do amor a profissão, que neste caso se torna indispensável para prática do atendimento depois do passar do tempo. 

Palavra chave: Enfermeiro, Assistência Humanizada, Mulher, Parto.

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domingo, 17 de junho de 2012

O PAPEL DO ENFERMEIRO NA ASSISTÊNCIA HUMANIZADA AO PARTO NORMAL: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO

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 Resumo: O  presente  trabalho  tem  como  objetivo  pontuar  os  cuidados  necessários 
para  a  realização  da  parturição  humanizada,  estando  diretamente  relacionados  ao 
trabalho  desenvolvido  pelo  profissional  enfermeiro,  que  internaliza  e  vivencia  essa 
experiência juntamente com o paciente e os profissionais envolvidos. Ainda, busca-
se  explanar  sobre  o  conceito  e  importância  da  humanização,  das  práticas  e  da 
atenção  à  saúde,  procedimento  que  está  na  pauta  internacional  de  discussões  há 
várias décadas e, nos últimos anos, vem ganhando destaque na literatura científica 
nacional,  principalmente  nas  publicações  ligadas  à  saúde  coletiva.  Metodologia  e 
resultados: Trata-se de um estudo do tipo exploratório e qualitativo. Os dados foram 
coletados através da pesquisa de artigos científicos, na biblioteca virtual em saúde, 
utilizando a base de dados da SCIELO, LILACS, BIREME, também foram utilizados 
livros, revistas, documentos periódicos, manuais do Ministério da Saúde e consulta a 
sites  de  órgãos  oficiais  na  internet. Assim, os  estudos  acerca  da  temática  afirmam 
que  a  intervenção  e  participação  do  profissional  de  enfermagem  proporcionam 
fundamentalmente  satisfação  à  parturiente  bem  como  ao  profissional.  Além  disso, 
são apresentados proposições para contribuir na formação do profissional ligado ao 
setor  saúde  desde  a  graduação,  bem  como  subsídios  para  a  reflexão  que  podem 
influir fortemente na formação profissional e, posteriormente, com o funcionamento e 
com as práticas vigentes nos serviços de saúde.  
Palavras-chave: Enfermagem, assistência, parto, humanização.

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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Artrite Idiopática Juvenil - Cartilha para pacientes

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 Índice
Artrite Idiopática Juvenil .......................................4
É uma doença frequente? .......................................4
O que causa a Artrite Idiopática Juvenil? ..............4
Quais os tipos mais comunsde Artrite Idiopática Juvenil? .................................5
Como se diagnostica a doença? .............................6
Qual o tratamento da Artrite Idiopática Juvenil? ...7
Quanto tempo dura o tratamento? ..........................10
O que pode acontecer se o tratamento for interrompido? .........................................................10
Qual a importância da sioterapia
e dos exercícios físicos? .........................................11
Aspectos emocionais da criança com artrite ..........11

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Caderno de Enfermagem em Ortopedia

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 Livro - Caderno de Enfermagem em Ortopedia

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 Com esta publicação concretizamos mais um importante feito de nossa administração, à frente do INTO. Realização que faz juz à participação, interesse e dedicação da enfermagem neste projeto que busca um atendimento diferenciado, quer sob o ponto de vista assistencial, quer levando-se em conta o alvo da humanização.
O trabalho das enfermeiras e enfermeiros sempre mereceu a nossa admiração, acima de tudo por representar um elo muito íntimo no convívio com o paciente e seu sofrimento.
A edição de CADERNO DE ENFERMAGEM, alem de constituir-se num grande marco em nossa Comunidade-INTO, pretende ser um veículo de divulgação dos procedimentos da Enfermagem, aqui praticados.
Esta brochura, bem cuidada e, sobretudo prática, terá encontrado o seu objetivo na medida em que for trazendo à lume temas que permeiam o dia-a-dia de tão dedicados profissionais.

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domingo, 10 de junho de 2012

Leucemias

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 Leucemias
Proliferação neoplásica (autônoma, descontrolada) de um clone (linhagem) de céls anormais do sistema hemopoiético, c/ maior ou menor derramamento das céls no sg

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 Caracterizam-se por:
-não responder aos mecanismos de regulação da hemopoiese
-substituir a hemopoiese normal da MO
Critérios de classificação:
•tipo celular: linfóide e mielóide
•grau de diferenciação e evolução clínica:
-agudas: proliferação de células imaturas, evolução rápida
-crônicas: existe maturação das cels neoplásicas, evolução mais arrastada
Etiologia:

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Dimensão Fractal: Quantificação dos Comportamentos de Nódulos Mamários Malignos e Estruturas Adjacentes

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Dimensão Fractal Quantificação dos Comportamentos de Nódulos Mamários Malignos e Estruturas Adjacentes
Resumo. Neste trabalho é apresentado um método para quantificar imagem mamográfica com e sem nódulos mamários malignos, além das estruturas adjacentes aos nódulos. Regiões de interesse de cada imagem foram segmentadas com um método semi-automático e multinível, que determina o limiar a partir de análises dos percentuais de inclinação e comparações das entropias em diferentes regiões do histograma da imagem em questão. A quantificação das estruturas foi com a dimensão fractal multiescala, para identificar padrões de comportamentos das estruturas de interesse, fornecendo informações relevantes para embasar Sistemas de Apoio ao
Diagnóstico (SAD). 

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 1. Introdução
O câncer de mama é o segundo tipo de câncer com maior incidência no mundo, Nishikawa (2007), INCA (2009). No Brasil, a projeção para o ano de 2010 foi de 50 mil novos casos da doença, com risco de 49 casos a cada 100 mil mulheres. Na região sudeste o número de casos estimado é maior, aproximadamente 65 para cada 100 mil mulheres, INCA (2009).
Neste cenário, a mamografia é uma das principais técnicas utilizadas para diagnosticar e apoiar em decisões terapêuticas. No entanto, a superposição de estruturas e efeitos físicos presentes no processo de aquisição das imagens influenciam a exatidão e confiabilidade do diagnóstico. Pesquisas mostram que 10 a 30% das anormalidades do tipo maligno visíveis em mamogramas não foram detectadas pelos especialistas durante exames de rotina, Gupta et al. (2006). Uma solução pode ser uma segunda leitura, realizada por outro especialista, para aumentar a sensibilidade do sistema, Wei et al. (2011). Essa estratégia eleva os custos administrativos dos hospitais e clínicas de radiodiagnóstico, sendo impraticável em muitos locais.

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Sistema Respiratório

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 Sistema Respiratório
Sua função é permitir ao organismo uma troca de gases com o ar atmosférico, garantido a concentração de oxigênio no sangue, necessária para as reações metabólicas, e em contrapartida servindo como via de eliminação de gases carbônicos.

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 É constituído pelas vias respiratórios superiores e inferiores. A superior é formado por órgãos localizados fora da caixa torácica: nariz externo, cavidade nasal, faringe, laringe e parte superior da traquéia. A inferior consiste em órgãos localizados na cavidade torácica: parte inferior da traquéia, brônquios, bronquíolos, alvéolos e pulmões.

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terça-feira, 5 de junho de 2012

Dicionário ilustrado de saúde - 2ª edição

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 dicionário ilustrado de saúde - 2ª edição (900 pág)

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 A (1) em fisiologia, serve para representar o símbolo do ar alveolar; em física, é o símbolo do ampère. (2) em hematologia, o grupo sangüíneo A do ABO. (3) segundo som aórtico. a em fisiologia, é o símbolo do sangue arterial, ou ainda, serve para designar a abreviatura de artéria. a termo em obstetrícia, refere-se ao bebê nascido da 38 até a 41 semana de gestação. a-, an- prefixo de negação, afastamento de, não. A, fibra fibras nervosas mielínicas encontradas em nervos somáticos; conduzem impulsos nervosos a uma velocidade que varia de 6 a 120 m/s. a ou ana- da expressão latina ana partes aequales. Nas receitas médicas, serve para designar a abreviação que é utilizada após duas ou mais substâncias para indicar que elas devem ser dadas em quantidades iguais. aania medo mórbido de perder a capacidade sexual. ab- palavra latina que significa “longe de”. É utilizada como um prefixo que indica distanciamento, afastamento, separação. Seu antônimo é o prefixo ad-. abacteriano que não contém bactérias. abacto aborto provocado. Abadie, sinal de espasmo do músculo elevador da pálpebra superior. abaixa-língua instrumento espatulado com que a língua é mantida abaixada para exame ou intervenção cirúrgica. Há vários tipos de abaixa-língua. abalienação distúrbio mental. aba-mordida, radiografia com filme tipo de radiografia que demonstra as coroas e o terço superior das raízes dos dentes superiores e inferiores. Também denominada radiografia interproximal. abandônico criança ou adulto cujas dificuldades vitais estão centradas em torno do temor ou do sentimento, reais ou imaginários, de estar abandonado, de perder o amor de seus pais ou de seus próximos. abandono consiste na consiste na interrupção – sem aviso prévio ou garantia da continuidade da assistência – do tratamento ao cliente que esteja necessitando de cuidados clínicos, pela pessoa responsável por estes cuidados.

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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Hematologia - Anemias Hemolíticas

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 Hematologia - Anemias Hemolíticas
Em indivíduos normais, somente os eri- trócitos "envelhecidos" ou Senescentes são removidos pelo sistema reticuloendotelial do fígado e baço. No geral, após sua liberação da medula óssea para o sangue periférico, como reticulócito, a vida média de uma hemácia se estabelece em torno de 120 dias.

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 Como é a passagem das hemácias pelo baço?
Observe a FIGURA 1. O sangue penetra no parênquima esplénico pelas arteríolas centrais, quando entra em contato com a chamada 'polpa branca' - uma verdadeira bainha de tecido linfóide, contendo linfócitos B e T. Os ramos da arteríola central desaguam diretamente no interstício (cordões esplénicos de Bilro th), na chamada 'polpa vermelha'. Para retornarem à circulação, as células hematológicas precisam passar através de 'fendas' endoteliais nos sinusóides esplénicos. Os sinusóides então convergem para o sistema venular e venoso do órgão. As fendas sinusoidas têm um diâmetro de apenas 2-3 micra, enquanto que as hemácias possuem um diâmetro médio de 8 micra. Ou seja, só poderá passar pela fenda as hemácias que tiverem a capacidade de se deformar. Para isso, precisam manter suas propriedades viscoelásticas e o formato bicôncavo, o que garante uma área de superfície proporcionalmente maior do que o seu volume.

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BIZU de Enfermagem Comentado

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 Livro - BIZU de Enfermagem
BIZU – Comentado
Perguntas e respostas comentadas de Enfermagem


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 Conteúdo
Fundamentos de Enfermagem 1
Respostas 35
Biossegurança 79
Respostas 85
Enfermagem Clínica 93
Respostas 128 Administração de Medicamentos 174
Respostas 187
Enfermagem Cirúrgica 214
Respostas 225
Enfermagem Materno-infantiI 241
Respostas 254 Enfermagem em Saúde Mental 273
Respostas 282
Nutrição e Dietética 294
Respostas 299
Ética em Enfermagem 313
Respostas 318
Administração em Enfermagem 325
Respostas 331
Enfermagem em Saúde Pública 341
Respostas 355
Saúde da Família 375
Respostas 382
Legislação em Saúde 390
Lei N 8.080, de 19 de setembro de 1990 390 Lei n° 8.142, de 28 de dezembro de 1990 400 Portaria N 2.616, de 12 de maio de 1998 402 Programa de Controle de Infecção Hospitalar 403
Código de Ética 411


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Anatomia Humana - Sobotta - Volume 1

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 Anatomia Humana - Sobotta - Volume 1ESQUELETO AXIAL Vamos estudar o esqueleto que forma o eixo do corpo iniciando o estudo da CABEÇA óssea que se divide em crânio e face.

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 OSSOS DO CRÂNIO Frontal:- o osso frontal forma, essencialmente, a fronte (testa); o teto da cavidade nasal e as órbitas. Procure identificar os seguintes acidentes anatômicos: borda supra-orbitária, uma borda definida acima de cada órbita, e o arco superciliar, uma proeminência que se superpõe ao seio frontal; tuberosidade frontal, espinha nasal e processo zigomático.

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Resumão - Sistema Muscular (pdf)

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 Resumão - Sistema Muscular (pdf)

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terça-feira, 29 de maio de 2012

Atenção à Saúde do Recém-Nascido Guia para os Profissionais de Saúde

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 atenção ao rn-1
Atenção à Saúde do Recém-Nascido Guia para os Profissionais de Saúde
Brasília – DF 2011
1MINISTÉRIO DA SAÚDE V olum e
Atenção à Saúde do Recém-Nascido Guia para os Profissionais de Saúde
Volume 1
Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas


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 1. Aleitamento materno. 2. Alimentação infantil. 3. Saúde da criança. I. Título. I. Série. Catalogação na fonte – Coordenação-Geral de Documentação e Informação – Editora MS – OS 2011/0024
APRESENTAÇÃO7
A Saúde do Recém-Nascido no Brasil _1 1.1 Situação das condições de nascimento e mortalidade infantil no Brasil: fatores de risco e marcadores assistenciais 12 1.2 Perfil dos nascimentos no Brasil: velhas questões e novos desafios 12 1.3 Perfil dos óbitos infantis e perinatais no Brasil 18 1.4 Sistema de informação hospitalar (SIH) 20 1.5 Rede de assistência ao RN operando a vigilância em saúde 21 1.6 Princípios assistenciais da linha de cuidado perinatal 2 1.7 Vigilância à saúde do RN 23 Referências 26
Cuidados na Hora do Nascimento29
2.1 Preparo para a assistência 30 2.2 Avaliação da vitalidade ao nascer 3 2.3 Assistência ao RN a termo com boa vitalidade ao nascer 34 2.4 Assistência ao RN com líquido amniótico meconial 35 2.5 Assistência ao RN com necessidade de reanimação 36 2.6 Assistência ao RN com anomalias congênitas 46 2.7 Aspectos éticos da assistência ao RN na sala de parto 47 2.8 Cuidados de rotina após a estabilização clínica do RN na sala de parto 48 2.9 Considerações finais 49 Referências 50
Conhecendo o Recém-Nascido: História e Exame Físico _5 3.1 História 5 3.2 Exame físico 58 Referências 81
Cuidados no Alojamento Conjunto83
4.1 Vantagens do alojamento conjunto 84 4.2 Normas básicas 85 4.3 Boas práticas 86 4.4 Identificação da criança de risco ao nascer 93 4.5 Considerações finais 93 Referências 94
Prevenção da Infecção Hospitalar ______________________________________________97 5.1 Mecanismos de contaminação do RN 97 5.2 Fatores de risco para IH 98 5.3 Infecções precoce e tardia 9 5.4 Diagnóstico 101 5.5 Prevenção 101 5.6 Uso racional de antibióticos na UTI neonatal 108 5.7 Controle de bactérias multirresistentes 109 5.8 Prevenção e controle de surtos em UTI neonatal 110 Referências 112
Aleitamento Materno115
6.1 Definições 115 6.2 Repercussões do AM no curto, médio e longo prazos 116 6.3 Tópicos importantes para serem abordados com as mulheres na fase inicial do AM 118 6.4 Importância do envolvimento da família 121 6.5 Proteção legal do AM 122 6.6 Observação da mamada 124 6.7 Ordenha do leite 126 Referências 129
Dificuldades no Aleitamento Materno133
7.1 Bebê que não suga ou tem sucção débil 133 7.2 Demora na apojadura 135 7.3 Mamilos planos ou invertidos 135 7.4 Ingurgitamento mamário 136 7.5 Trauma mamilar 137 7.6 Candidíase (monilíase) 139 7.7 Fenômeno de Raynaud 139 7.8 Bloqueio de ductos lactíferos 140 7.9 Mastite 141 7.10 Abscesso mamário 142 7.1 Galactocele 143 7.12 Reflexo exacerbado de ejeção do leite 143 7.13 Pouco leite, leite “fraco”, hiperlactação 143 Referências 147
Transporte Seguro __________________________________________________________149 8.1 Infraestrutura necessária para o transporte neonatal 150 8.2 Preparação para o transporte neonatal 154 8.3 Cuidados durante o transporte 159 8.4 Intercorrências durante o transporte 160 8.5 Cuidados na chegada do RN na unidade receptora 161 8.6 Situações especiais 161 Referências 164
Cuidados na Comunidade167
9.1 Princípios da AIDPI neonatal 167 9.2 Risco ao nascer 170 9.3 Reconhecimento de doença grave ou infecção localizada 173 9.4 Diarreia em menores de 2 meses 177 Apêndice A 182 Encaminhamento urgente 182 Apêndice B 187 Medicamentos de administração oral 187 Referências 189
Ficha Técnica dos Autores ____________________________________________________190

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Antígenos e anticorpos - Prof. Dr. Aldo Henrique Tavares

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 Prof. Dr. Aldo Henrique Tavares
AULA 4 Antígenos e Anticorpos
• Tanto anticorpos (BCR e solúveis) e TCR são da super família das Imunoglobulinas (estrutura terciária com domínios globulares)
• Anticorpos e TCR se ligam especificamente a moléculas denominadas de antígenos (Ag)

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