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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

DESIDRATAÇAO DE ETANOL POR PENEIRA MOLECULAR

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TRABALHO DE METODOLOGIA CIENTÍFICA

CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA
2012
DESIDRATAÇÃO DE ÁLCOOL POR PENEIRA MOLECULAR
SILVA, A.P.V.; ALENCAR, S.
Ana Paula Vieira da Silva Soraya Alencar
Engenharia Química - Centro de Tecnologia - Universidade Federal de Alagoas. Av. Lourival de Melo Mota, s/n Tabuleiro 57072-970 Maceió – AL 
07/05/2012
RESUMO - Neste artigo foi feito um estudo sobre a desidratação do álcool por meio de peneiras moleculares. Explicaremos o processo de desidratação de álcool enfatizando as diferenças entre os processos de desidratação por zeólitos e o método azeotrópico por meio de agentes químicos, mostrando genericamente seus princípios básicos e funcionamento.
Palavras-chave: azeótropos, zeólitos, etanol anidro, peneiras moleculares.


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INTRODUÇÃO
A tecnologia utilizada desde a década de 40 e até os dias de hoje para desidratação do etanol é a destilação azeotrópica, usando produtos químicos perigosos e alguns foram considerados cancerígenos. Na destilação azeotrópica se adiciona um solvente que faz com que o ponto de ebulição da mistura diminua ainda mais, possibilitando a extração de uma das espécies à composição de 100%. O princípio de desidratação de álcool através de peneira molecular está baseado na capacidade de adsorção seletiva de substâncias denominadas zeólitos e apresentam poros com abertura de até 20 Å e, por isso, são chamados micro porosos. Eles passaram a ter utilização industrial, principalmente na indústria petroquímica, a partir de 1962. Hoje em dia os zeólitos comerciais são substâncias sintéticas produzidas por várias empresas. Peneiras moleculares são zeólitos com porosidade definida e capacidade de distinção de moléculas por suas dimensões e geometrias, ou seja, significando dimensões na faixa de “moléculas”, o que, aliás, levou os cientistas a batizarem o processo, pois é como se pudéssemos imaginar um “peneiramento” seletivo de moléculas.
Princípios e fundamentos
O primeiro zeólito, a estilbita, foi descoberto pelo Barão Axel Cronsted, um mineralogista sueco, em 1756. Ele nomeou esses minerais como zeólitos, das palavras gregas, zeo (ferver) e lithos (pedra), porque eles liberavam vapor d’água quando suavemente aquecidos. Os zeólitos são formados por alteração hidrotérmica da lava depositada, isto é, sob a ação da água em altas temperaturas. Existe uma grande gama de zeólitos naturais e uma classificação específica dos mesmos segundo a configuração da sua estrutura cristalina. O processo de desidratação do etanol por peneira molecular utiliza zeólitos (estruturas cristalinas de alumínio-silicatos) como elemento desidratante, material este que se apresenta na forma de pequenas esferas, e que por este motivo é às vezes chamado de “resina”, embora o processo em questão não envolva resinas de troca única; eles têm a capacidade, sob certas condições de pressão e de temperatura, de adsorver maiores ou menores quantidades da água contida no álcool hidratado. Quando da passagem, em fase de vapor, de um fluxo contendo álcool + água, as moléculas de água ficam "ligadas" à estrutura cristalina especialmente desenvolvida.
Figura 1 - Em (a), moléculas lineares são adsorvidas pela zeólita A, mas o volume excessivo da molécula ramificada impede a penetração nos poros em (b)
Estrutura e características
A estrutura dos zeólitos é baseada em tetraedros de TO (T= Si, Al, P, etc.) que se ligam entre si através de um átomo de oxigênio comum para formar unidades básicas de construção (u.b.c.), como esquematizado na figura 2.
Figura 2- Gênese das estruturas FAU e LTA a partir de tetraedros de TO4 28
Métodos
A técnica de desidratação consiste, portanto em passar a mistura hidro alcoólica pelo leito de zeólitos, onde a água fica retida e, em seguida, desidratar (regenerar) o leito de zeólitos e assim sucessiva e alternadamente. Há, portanto a necessidade de se ter sempre dois leitos de zeólitos em operação, um na fase de adsorção e outro na fase de regeneração. Basicamente existem dois procedimentos para a regeneração dos zeólitos, um denominado TSA (“temperature swing adsorption”) e outro denominado PSA (“pressure swing adsorption”). O procedimento TSA leva em conta que a quantidade de água adsorvida diminui com o aumento da temperatura, para uma dada pressão. O procedimento PSA leva em conta que a quantidade de água adsorvida diminui com a diminuição da pressão, para uma dada temperatura.
Figura 3 – Peneira molecular
A técnica de desidratação azeotrópica é feita em coluna de desidratação, após a condensação, separa-se esta mistura azeotrópica em duas fases. A fase inferior é mais rica em água que é enviada para outra coluna para recuperação do cicloexano, para que este possa ser reutilizado no processo desidratação. O cicloexano forma com o etanol e a água uma mistura ternária (azeótropos que possuem ponto de ebulição de 63°C, relativamente menor ao ponto de ebulição do etanol (78°C), e por esse motivo é possível retirar água no topo da coluna.). Já o etanol anidro é condensado na parte inferior da coluna de desidratação, daí segue para armazenamento. 
Figura 4 - Coluna C, desidratação azeotrópica.
A produção de etanol anidro via peneira molecular utiliza vasos ou colunas com rígidos controles de pressão e temperatura, preenchidos com partículas de cerâmica, tradicionalmente apelidadas de "resina". Através de minerais (zeólitos), que retém as moléculas de água e permitem a passagem das moléculas de etanol. Desse modo, o etanol inicia o processo com 6,7% de umidade e sai com apenas 0,4%. O processo se inverte constantemente, sendo que cada ciclo, dependendo do grau GL do álcool na entrada e da capacidade de adsorção do zeólito, pode durar de 5 a 8 min.
Azeotrópica versus zeólita.
Os consumos dados a seguir, comparam as desidratações azeotrópicas e por zeólitos: o de vapor é cerca de 1/3 daquele necessário para a desidratação por cicloexano. São necessários 0,50 kg/l de vapor a baixa pressão (vapor de escape ou mesmo vapor vegetal) e 0,05 kg/l de vapor à pressão de 5 bar abs. (para o superaquecimento do álcool hidratado vaporizado). O consumo total é, portanto de 0,55 kg/l, contra 1,5 a 1,6 kg/l no caso do cicloexano; já o de água de resfriamento é essencialmente o mesmo quando comparado com o cicloexano, ou seja, cerca de 40 a 45 kg/l, dependendo da temperatura da água fria; o de energia elétrica é de cerca de 2 kW.h/L na planta propriamente dita. Acrescentar a este valor o consumo de energia necessária para a circulação da água de resfriamento que varia de indústria para indústria; enquanto que o de ar comprimido para os sistemas de controle é de cerca de 2,4 Nm³/L.h.
O espaço físico necessário para uma planta com capacidade de 300 m³/d é de aproximadamente 8 m x 15 m. A planta fica normalmente ao tempo.
Figura 5 - Destilaria da Usina Santa Elisa - Sertãozinho - SP – Brasil
Capacidade: 310.000 L/dia.
Como o ciclo adsorção/regeneração é muito curto, o sistema deve necessariamente ser totalmente automático. Não há, portanto a necessidade de operadores adicionais. Um sistema de automação bem projetado e bem instalado é, portanto de fundamental importância para a boa operação da planta. O álcool fraco produzido pode retornar a uma coluna retificadora existente, embora neste caso deve-se levar em conta que isto representa uma adição em termos de capacidade desta coluna. Outra possibilidade é investir um pouco mais e prover a unidade de peneira molecular com uma pequena coluna retificadora que substitui o evaporador de álcool. Neste caso, sem nenhum consumo adicional de vapor, a unidade fica totalmente independente da necessidade de ser operada simultaneamente com outros aparelhos de destilação. A alternativa acima abre excelente opção de se operar a unidade durante todo o ano, viabilizando muito mais o retorno do capital investido. Evidentemente, deve existir a disponibilidade de bagaço excedente e a possibilidade de se operar uma pequena caldeira durante a entressafra sem causar transtornos para a manutenção da usina/destilaria.
Conclusão
Com a utilização da peneira molecular, não há o uso de qualquer insumo químico, obtendo-se um produto final sem traços destes produtos preservando assim a vida e o meio ambiente. Este álcool é especialmente indicado para aplicações mais exigentes como o uso em indústrias farmacêuticas, químicas e de alimentação. Esta maior qualidade facilita sua destinação à exportação atendendo às exigências dos mercados americano, europeu e asiático. Existe redução de custo na produção de álcool anidro, devido ao menor consumo de vapor, cerca de 30% do processo azeotrópico, além da não utilização do benzol ou cicloexano. Esta redução no consumo de vapor permite uma maior produção de álcool ou açúcar e passa a viabilizar a produção de álcool anidro em algumas unidades industriais com capacidade limitante de caldeiras. O investimento inicial é maior para o sistema de peneira molecular quando comparado com a instalação de uma coluna desidratadora por cicloexano. Entretanto, essa razão pode ser relativa, caso o aumento da produção de álcool anidro signifique a necessidade de se investir em maior geração de vapor. Isto pode ser relativo e deve ser estudado detalhadamente.
O custo operacional da peneira molecular é mais baixo. Estima-se um custo máximo de reposição do zeólito de R$ 0,65/m³ de álcool produzido contra R$ 0,80/m³ no caso do cicloexano (adotou-se o consumo de 0,80 kg/m³ e preço de R$ 1,05/kg). Porém, o grande fator de economia pode estar ligado a grande redução do consumo de vapor e na possibilidade de se operar a planta durante todo o ano.
O processo por peneira molecular não introduz elementos tóxicos ao produto final. Trata-se, portanto de um processo mais adequado caso a usina/destilaria pretenda trabalhar com álcoois especiais para aplicações mais específicas visando principalmente o mercado exportação. Entretanto, caso a usina/destilaria esteja pensando em adquirir uma nova coluna desidratadora por cicloexano, um estudo mais cuidadoso dos custos/benefícios do sistema de peneira molecular é necessário para que a decisão final seja a mais acertada para cada caso.
Referências
Luna, F.J.; modificação de zeólitas para uso em catálise. Quim. Nova 2001
Kister, Henry Z. Distillation Design. 1st Edition ed. [S.l]: McGraw-Hill, 1992.
Sanseverino, A. M.; Quim. Nova 2000.
Mascarenhas, A. J. S.; Quim. Nova 2001
Silva, L. D O.; Dissertação de Mestrado da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2001,
Pessoa, F. L. P.; Introdução aos Processos Químicos. 2007. Escola de Química/UFRJ.
Kilikian, B.V. P. Jr. A Purificação de Produtos Tecnológicos, Barueri-SP, Editora Manole, 2005.
 Amorim, H.V. Fermentação Alcoólica Ciência & Tecnologia. Editora Fermentec. Piracicaba, 2005.
PERRY, R.H., Perry`s Chemical Engineers’ Handbook, McGraw-Hill, 1997.
Lima, F. N.; Desidratação do hidratado: Peneira molecular, 2000.
A Desidratação de Álcool por Peneira Molecular. – STAB Jul/Ago 1996.
Planálcool. Disponível em: www.planalcool.com.br acessado em abril de 2012.



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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Química Quântica - Eduardo Hollauer

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Descrição: O texto consolida 550 páginas, 363 problemas, oito capítulos, 64 tabelas, 188 figuras com variado número de exemplos, temas, estórias e tópicos de interesse. No momento, o autor trabalha no texto complementar, que envolve problemas resolvidos, e promete, para futuro próximo, textos em teoria de grupos e espectroscopia.



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Categoria: Química
Autor: Eduardo Hollauer
Formato: RAR
Idioma: Português
Tamanho: 271 MB

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Princípios de Química

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1210rze613 Download   Princípios de Química
Descrição: Princípios de Química, apresenta a Química como algo dinâmico e atual. Mostra a relação entre as ideias químicas fundamentais e suas aplicações. Enfatiza as técnicas e aplicações modernas. Diferentemente de outros textos, o livro começa por um retrato detalhado do átomo e, a partir daí, progride até a fronteira da química, mostrando sempre como resolver problemas, pensar sobre a natureza e a matéria, e visualizar conceitos químicos, da mesma forma que o fazem os químicos profissionais. Escrito para disciplinas de química geral que incluam cálculos matemáticos.


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Autor: Peter Atkins e Loretta Jones
Formato: RAR
Tamanho: 482 mb
Idioma: Português

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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Química, Volumes 1, 2 e 3 - Ricardo Feltre

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Princípios de Química

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Descrição: Princípios de Química, apresenta a Química como algo dinâmico e atual. Mostra a relação entre as ideias químicas fundamentais e suas aplicações. Enfatiza as técnicas e aplicações modernas. Diferentemente de outros textos, o livro começa por um retrato detalhado do átomo e, a partir daí, progride até a fronteira da química, mostrando sempre como resolver problemas, pensar sobre a natureza e a matéria, e visualizar conceitos químicos, da mesma forma que o fazem os químicos profissionais. Escrito para disciplinas de química geral que incluam cálculos matemáticos.


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 Gênero: Curso
Autor: Peter Atkins e Loretta Jones
Formato: RAR
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Idioma: Português



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sexta-feira, 20 de julho de 2012

A Determinação Voltamétrica Multisequencial de Pb, Cd, Zn e Cu em Amostras Complexas usando um Sistema Ternário Homogêneo de Solventes

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 A voltametria de redissolução anódica (ASV), tem sido muito utilizada na determinação de chumbo, cádmio, zinco e cobre em amostras simples, pelo seu baixo custo, simplicidade e baixos limites de detecção. Entretanto, a aplicação da ASV em amostras complexas é vista com restrições, devido aos efeitos de matriz, a sobreposição de picos e a formação de compostos intermetálicos. Na tentativa de minimizar esses problemas e ampliar a aplicabilidade da ASV como técnica analítica, resolveu-se verificar o comportamento voltamétrico desses elementos em um sistema ternário homogêneo de solventes (HTSS) composto por N,N-DMF/etanol/água. Os estudos foram iniciados focalizando-se o chumbo que sob o ponto de vista analítico, é o elemento mais problemático dos quatro. Assim, foram realizados estudos envolvendo um planejamento "split-plot" para encontrar as melhores condições voltamétricas para a determinação desse metal em um HTSS. Com base nesses resultados, fez-se a otimização do sistema químico para a determinação simultânea de Pb, Cd, Zn e Cu. A composição otimizada do sistema de solventes para esse fim foi: 36% m/m DMF, 52% m/m etanol e 12% m/m água (a fase aquosa inclui as alíquotas das amostras ou padrões e o eletrólito de suporte composto por ácido clorídrico 8,8 x 10 mol L e acetato de amônio 0,1 mol L). Notou-se que esse procedimento reduz a ação dos interferentes mais comuns, se comparado com métodos descritos na literatura. As equações das curvas analíticas observadas foram: IPb = 3,06 + 0,81 [Pb], (r = 0,999); ICd = 7,41 + 0,97 [Cd], (r = 0,999); IZn = 1,43 + 1,13 [Zn], (r = 0,999); I Cu = 0,97 + 0,89 [Cu], (r = 0,999); em todos os casos I é corrente em nA e [] é a concentração da espécie emmg L, com faixas lineares de 2 a 7000 mg L para Pb, de 2 a 7000 mg L para Cd, de 2 a 3000 mg L para Zn e de 2 a 4000 mg L para Cu. Os limites de detecção estimados (LD) foram: 0,50 mg L para Zn, 0,99 mg L para Cd, 0,77 mg L para o Pb e 0,99 mg L para o Cu. O LD e Faixa Linear foram melhores que aqueles obtidos por outros autores em soluções aquosas otimizadas. A determinação sequencial multicomponente de Pb, Cd, Zn e Cu foi aplicada com sucesso a amostras biológicas e ambientais, certificadas e de referência.

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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Água grau reagente para laboratórios e outros fins especiais - Eymard de Meira Breda

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 Esta obra pretende transmitir informações específicas sobre purificação e controle da 
qualidade de água para uso em laboratórios e outros fins mais nobres como hemodiálise, 
uso hospitalar, produção de medicamentos e de equipamentos eletrônicos etc., 
informações estas que geralmente não são transmitidas pelas grades curriculares comuns 
de cursos superiores de Química, Medicina, Bioquímica, Farmácia ou Engenharia.

Seu objetivo principal é alertar os profissionais para a importância da pureza da água 
principalmente para análises especiais e para o uso médico e, quem sabe, contribuir para 
uma melhor qualidade de vida para pacientes de hemodiálise e de cirurgias, bem como 
para a redução de óbitos em hemodiálises, os quais, na maioria das vezes, se devem à 
pureza insatisfatória e ao controle deficiente da água utilizada. Para maiores informações 
e detalhes, recomendamos a leitura da norma ISO 3696 - Water for analytical 
laboratory use - Specification and test methods.


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sexta-feira, 15 de junho de 2012

O Combustível Hidrogênio

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 Resumo
A partir da primeira crise petrolífera, na década de 70, passou-se a considerar o hidrogénio como uma possível fonte de energia, através da conversão electroquímica, usando células de combustível, que até então tinham como grande aplicação prática a utilização em missões espaciais.
O hidrogénio pode ser considerado como uma fonte de energia intermédia, sendo necessário produzi-lo, transportá-lo e armazená-lo antes de o usar. É ainda preciso encontrar soluções tecnologicamente eficientes, económicas e seguras para o seu manuseamento. O hidrogénio é um combustível leve, mas com baixa densidade de massa por m3. No entanto, sendo o combustível de utilização mais eficiente, na prática, a relação de volume entre o hidrogénio e os combustíveis convencionais não lhe é assim tão desfavorável.

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quarta-feira, 13 de junho de 2012

MACROMOLÉCULAS

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 Dentro da Química Orgânica, estudamos moléculas de tamanho relativamente pequeno e também as moléculas grandes. Para estas moléculas damos o nome de macromoléculas. 
As macromoléculas também podem ser chamadas de polímeros. 
Elas dividem-se em macromoléculas naturais e sintéticas.
As macromoléculas naturais são biomoléculas fundamentais para todos os seres vivos, que são os glicídios, os lipídios e as proteínas. 
As macromoléculas sintéticas são a base para a fabricação dos plásticos.
Glicídios
Os glicídios são compostos que possuem função orgânica mista poliálcool-aldeído ou poliálcool-cetona, dentre outros compostos, que ao sofrerem hidrólise resultam em poliálcool-aldeído ou poliálcool-cetona.
Exemplos:

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Bioquímica - Princípios - Lehninger

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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Álgebra Vetorial e Geometria Analitica - Jacir Venturi

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 O presente trabalho foi escrito tendo como norte uma premissa básica: que fosse acessível ao aluno do 1.º ano da faculdadee para tanto sua linguagem teria que ser tão clarae didática quanto possível. Por vezes, preferiu-sea apresentação intuitiva aosrefinamentosteóricos.
Contém 421 exercícios (com seus subitens) em ordem crescente de dificuldade. Para uma boa assimilação do texto, resolveremosdiversosexercíciosemaula,deixandoosdemaisa cargo do aluno. Propositalmente, não se inseriram no texto exercícios resolvidos (afora alguns exemplos de aplicação imediata da teoria) para uma maior valorização da aula, enlevandoa interação aluno-professor.O aluno deve ter em mente queà resolução dos exercícios deve preceder um bom conhecimentodateoria.
Um grand e númer o de ilustraçõe s facilit ao entendimento do textoeé imprescindível quando se almejaa formação de uma visão espacial na Geometria Analítica Tridimensional. Há sinopses históricas, indicações de aplicabilidade práticae sugestões paraa resolução de exercícios, no intuitodemotivaro alunonaquiloqueestáestudando.
Os quatros primeiros capítulos integramo programa da
Geometria Analítica na UFPRe foram abordados de maneira concisa para não penalizar importantes capítulos vindouros da disciplina:reta,plano,cônicas,superfícies,etc.
Os capítulos5e6 tratam de vetores. Há inúmeros caminhos paraa resolução de problemas geométricos através da Álgebra, porémo tratamento vetorialéo mais indicado pela sua elegânciae simplicidade, além de ser assaz importantea outras disciplinas.A um bom rendimento escolar em Geometria Analítica, com enfoque vetorial, atrela-se um respeitável conhecimentodoscapítulos5e 6.

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

A biotecnologia no Brasil

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Estrutura - atômica

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 estrutura - atomica

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 Átomo Demócrito
Defendeu a idéia de que a matéria era composta por pequeníssimas partículas.
Modelo baseado apenas na intuição e na lógica.
Modelo proposto por Demócrito:
Toda a matéria é constituída por átomos e vazio (não era compacta)
O átomo é uma partícula pequeníssima,
invisível,e que não pode ser dividida;
Os átomos encontram-se em constante movimento;
Universo constituído por um número infinito de átomos, indivisíveis e eternos;
Aristóteles
Modelo de Demócrito foi rejeitado por um dos maiores filósofos de todos os tempos – Aristóteles.

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terça-feira, 5 de junho de 2012

Produção do Açucar

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 RESUMO
Este trabalho trata do Processo de fabricação do açúcar. Inicialmente, abordam-se o processo agrícola da cana-de-açúcar e suas propriedades. Em seguida, é dada ênfase ao processo industrial de extração da sacarose da cana-de-açúcar e sua transformação em açúcar cristal branco.
Tendo-se em vista a analise do processo industrial, é comentado e descrito de maneira clara e detalhada cada etapa do processo, assim como os equipamentos e operações que o compõem.
Apresenta-se, finalmente, a situação comercial do açúcar a nível estadual, regional, nacional e mundial, assim como as relações de exportação e cotação no mercado.
Palavras-Chaves: Açúcar; Cana-de-açúcar; Caldo Clarificado; Xarope.

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